domingo, 7 de novembro de 2010

Querida.

Querida. Fiquei esse final de semana inteiro pensando em Ti. E ainda penso. E por mais que tento convencer-me que não Te quero, sei, estou errado.
Talvez isso facilite as coisas. Como somos diferentes! Como somos parecidos!
Talvez Tu És o que sempre procurei em todas as outras, mas não encontrei.
Talvez Tu És o que nunca poderei alcançar.
Tu És perfeita.
Querida, Amada, Anjo.
Queria que Soubesse o quanto quero-Te.
Queria que Soubesse que Te quero mais do que quero qualquer coisa.
Queria que Soubesse, inicialmente, que sou eu quem Te escreve aquelas cartas.
Oh, deuses como queria que Tu estivesses ao meu lado.
Amanhã voltaremos a isso, novamente. Ou melhor voltarei.
Voltarei a sonhar por Ti.
Voltarei a desejar-Te em silêncio.
Voltarei a escrever-Te sem que tu saibas quem sou.
Querida. Minha Amada. Meu perfeito Anjo.
Sim, desejo que Saibas que estou falando de Ti.
Sim, desejo que Saibas que eu estou falando de Ti.
Sim, desejo que Saibas que És perfeita para um homem.
E tenho esperanças. E isso, considero um grande problema.
Pois quando receber aquela carta dizendo que Tu não sentes nada por mim sentirei como se meu peito estivesse sendo rasgado por um papel e uma caneta.
Pois quando ver-Te com outro sentirei vontade de rasgar meu peito com um papel e uma caneta.
Pois não posso culpar outra pessoa além de mim mesmo pela dor sentida naquele momento.

Minha Querida. Oh, Perfeita Amada. Oh, mais belo de todos os anjos nos céus e na terra.

Nesses momentos desejo apenas uma coisa.
Que Tu Desejasse-me.

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